terça-feira, 10 de fevereiro de 2009


Verão. Sol, mar, festas, alegrias, férias de tudo. Até dos meus amados pincéis. Só tem dado tempo de alguns rabiscos e acompanhamento dos serrotes. Andei um pouco ausente. Estive conhecendo Maragogipinho, um pequeno distrito de Nazaré das Farinhas, celeiro de artesãos do barro, da argila. É um pequeno vilarejo á beira do mangue, com incríveis mais de cem pequenas olarias. Todos vivem do barro, até as crianças ficam nas portas das casas a burnir peças menores. O pessoal desconfiado e acolhedor me emocionou pela simplicidade com que trata o ofício: gestos calmos e cadenciados transformam a argila em verdadeiras obras de arte belas e comoventes como as casinhas aí da foto. Fui até lá a convite de Américo, meu amigo e artista, que para lá se mudou a fim de melhor trabalhar suas belas esculturas que hoje compõem o cenário de vários hotéis, pousadas e espaços desse Brasil. Enfim, esses verdadeiros artistas ajudam a melhorar a vida com seus trabalhos simples, belos e descomplicados.
Foto I.Moniz Pacheco
Maragogipinho

2 comentários:

maria guimarães sampaio disse...

Minha cumade, vamos acertar... quero ir lá, há anos não vou.
A camiseta de Rosa ficou linda.
Estás o cão de calçolão!
Bj, ôto
Maricotim

Edu O. disse...

Minha tia, cada vez mais eu amo a arte simples que emociona. Simples? se toca tanto lá no fundo, em emoções danadas, não há nada de simples. é muito belo!!!!

eu tb quero ir.