quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Gosto de ficar só. Pensando, pensando, pensando. Reconstruindo a memória, identificando a bagagem: recortes de dor, grandes pedaços de alegria, risos que ecoam até hoje, abraços cuja pressão ainda me fazem tremer, enfim...
Experiências que flutuam até hoje, com impactos na matriz erótica, idílica, afetuosa.
Onde tudo isso me levou?
São temas recorrentes.
Mas são ritos de passagem que todos temos que experimentar: sem conflito não há transformação.
Foto I.Moniz Pacheco

5 comentários:

Edu O. disse...

tia, vc sempre arrasa!! que texto lindo. caiu como luva para mim.

maria guimarães sampaio disse...

Dá-lhe cumade! Cada dia mais arrasante.

Bernardo Guimarães disse...

escreveu pra mim? obrigado.

Nilson disse...

Sábias palavras, Ivonete!!!

Chorik disse...

Não vejo a hora de me transformar.